Vozes LGBT: Lidando com a realidade

Tradução do texto de Masami Ito originalmente postado no The Japan Times.

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Os meios midiáticos do Japão tem se dedicado a reportar as questões LGBT nos últimos anos, com muitos relatos sobre o progresso que muitos órgãos governamentais e empresas tem realizado sobre essa questão.

A realidade, porém, é que muitos LGBT no Japão ainda continuam a enfrentar diversas dificuldades. A The Japan Times deu voz para histórias pessoais de indivíduos que enfrentam complicações a respeito das suas identidades.

Para proteger a privacidade desses indivíduos que somente poderiam falar sob a condição de anonimato, nós resolvemos nos referir somente pela primeira letra do nome ou por algum pseudônimo.

Se assumindo com uma carta

“Querida mãe e pai… Eu estou escrevendo porque eu tenho algo a dizer para vocês… isso pode chocar vocês mas eu tenho interesses em mulheres”.

Em março, BK escreveu uma carta de três páginas para os pais dela sobre a sua orientação sexual, BK, de 28 anos, encontrou uma namorada com quem ela gostaria de passar o resto da vida dela e, consequentemente, começou a contar para os pais e amigos próximos que ela era lésbica.

Na carta, BK contou para os seus pais que ela estava feliz e cercada de pessoas que a amavam por quem ela é. Ela disse que não desejava ferir os seus pais seja a maneira que for.

“Como pais, eles poderiam querer algum tipo de reconhecimento de que criaram a sua filha de maneira bem sucedida e, se isso fosse o caso, eu queria que eles soubessem que conseguiram isso”, disse BK. “Eu nunca me casaria com um homem e a minha parceira e eu podemos nunca ter filhos, mas eu fiz a minha escolha e, do mesmo modo, eu fui escolhida”.

Tendo estudado em um colégio só de meninas, BK sempre se sentiu diferente dos outros em sua classe. Ela sempre escolheu estar perto de amigas, o que confortava ela.

Entrando na universidade, ela tentou namorar alguns homens mas isso nunca funcionou por qualquer que fosse a razão.

“Eu nunca me identifiquei como sendo ‘lesbica'”, disse BK. “Eu não conseguia entender a necessidade de colocar rótulos em tudo. Foi somente quando eu comecei a trabalhar que eu senti a necessidade de começar a definir quem eu era. Eu logo percebi o que significava se categorizar”.

BK trabalhou para uma companhia tradicional japonesa em Tóquio e ouviu de outros companheiros que trabalhavam com ela de que as pessoas pensavam que ela era lésbica porque ela não tinha nenhum namorado. Além disso, um colega dela recebeu um apelido preconceituoso por ser “um pouco afeminado”.

Apesar de BK sentir que a sua situação no trabalho estar longe de segura, ela ainda planejou se assumir para os seus colegas em algum momento porque ela gostava da companhia e queria ser aceita.

“Eu sei que eu não sou a única pessoa da empresa que se sente dessa maneira”, disse BK. “A empresa deveria respeitar a personalidade, ambição e motivação de cada membro da equipe”.

Em abril, a mãe de BK entrou em contato com ela, dizendo para a sua filha que ela desejava ser mais solidária mas não conseguia parar de chorar quase todas as noites.

A sua mãe acreditava que a verdadeira felicidade da sua filha seria que ela se casasse e tivesse filhos.

“Eu sei que isso seria uma caminhada longa e difícil”, disse BK. “Eu não quero causar qualquer tipo de dor aos meus pais porque eu sou grata por tudo o que eles fizeram para mim, mas eu não quero mentir sobre a minha identidade. Eu certamente não vou desistir. Eu planejo continuar a trabalhar com eles para que eles possam me aceitar por quem eu sou”.

Closeted gay man in Shinjuku , Monday 26 March 2018. Satoko Kawaaski .
“Eu sinto como se ainda estivesse vivendo uma mentira” conta CW, dono de um bar de Shinjuku Ni-Chome. “Porém, eu não quero ser visto como o ‘cara gay’. Eu quero ser visto por quem eu sou – sem algum tipo de filtro gay” (Foto: Satoko Kawasaki)

Vivendo uma vida dupla

É uma típica noite em Shinjuku Ni-Chome, um bairro de Tóquio associado com a comunidade gay. CW tem um bar na vizinhança, oferecendo uma alternativa para clentes conversarem ao som de um suave jazz até as primeiras horas da manhã.

CW leva uma vida dupla e quase ninguém fora da comunidade gay sabe sobre a sua sexualidade, incluindo familiares e amigos.

“Eu sinto como se estivesse vivento duma mentira”, disse CW. “Porém, eu não quero ser visto como o ‘cara gay’. Eu quero ser visto por quem eu realmente sou – sem algum filtro gay”.

Crescendo na zona rural do Japão, CW passou a sua puberdade suprimindo os interesses que ele sentia por outros homens. O tema era um tabu na sua comunidade e ele decidiu que provavelmente era melhor evitar qualquer tipo de confronto.

CW, que hoje está na casa dos 40, cresceu assistindo “Homoo Homooda” um ofensivo esteriótipo de um personagem gay na televisão interpretado pelo comediante Takaaki Ishibashi, Outras figuras públicas gays da época eram tipicamente homens extravagantes de vestido falando de maneira efeminada.

“Eles eram representados como anormais e estranhos”, disse CW. “Eu não queria ser associado a eles. Um homem se sentir atraído por outro homem era um tabú e eu não queria ser visto como ‘anormal'”.

CW inicialmente tentou namorar mulheres e se convenceu de que era hétero. Nos seus 20 anos, porém, ele se apaixonou por outro homem.

Ele foi apresentado a Shinjuku Ni-Chome e, com isso, finalmente encontrou um lugar onde ele se sentia livre para ser quem ele quisesse ser.

Era tão excitante e divertido, encontrar pessoas de vários lugares e idades”, ele conta, olhando para aqueles dias iniciais. “E as pessoas da comunidade amaram o fato de que eu vim de um passado hétero”.

Enquanto ele celebra o aumento da conscientização de questões LGBT, CW diz que a realidade para a maioria de seus amigos gays não mudou: Eles só podem ser abertos sobre a sua sexualidade em Shinjuku Ni-Chome. E falando como dono de um bar dessa vizinhança, ele tem sentimentos confusos sobre o fato da área se tornar uma atração turística.

“Esse é o único lugar onde nós podemos andar de mãos dadas e beijar na rua… mas é quase como se as pessoas viesse aqui para ver um show de aberrações”, conta CW. “Eu espero o dia que não importe mais se alguém é hétero ou gay”.

CW continua a esconder a sua sexualidade de sua família. Os seus pais estão agora nos seus 70 anos e eles continuam a perguntar sobre casamento e filhos.

Porém, CW acredita que eles ficariam devastados se soubessem da verdade. Ele já pensou em se assumir para a sua irmã mais nova, mas não quer jogar o peso de um segredo sobre ela.

“Eu me sentiria horrível se meus pais morressem de preocupação comido”, disse CW. “Eu amaria poder contar para eles e não me sentir culpado, porque eu estou feliz da minha própria maneira”.

Identidade de gênero

Meme, de 37 anos, é “bissexual, de gênero X, arromântique”.

Percebendo que é difícil processar essas informações de maneira rápida, Meme dá uma risada e explica que algumas pessoas tem relações sexuais com homens e mulheres sem ter sentimentos românticos, mas não se identificam nem como homem e nem como mulher. Meme também não quer ficar prese em um relacionamento monogâmico.

“Eu comecei a usar o termo gênero X alguns anos atrás porque se eu não disser nada, as pessoas irão simplesmente assumir que eu era uma mulher”, diz Meme, um pseudonimo que ile escolheu para se manter no anonimato. “Eu acho que o termo tem ganhado atenção nos últimos anos por causa de muitas pessoas que se identificam dessa maneira”.

Crescendo e vivendo a maior parte da sua vida na província de Miyagi, Meme começou a ficar ciente da sua orientação sexual e identidade de gênero no ensino médio. Até onde Meme entende, nunca foi uma preocupação para ile.

“Eu nunca entendi porque nós precisamos limitar quem gostamos em pessoas do sexo oposto. Porque não podemos nos divertir com pessoas do mesmo sexo também?”, diz Meme. “Além disso, eu pressupus que todos se sentissem da mesma maneira mas elas não diziam isso em voz alta. Eu ainda acho que esse é o caso, exceto que a maioria das pessoas simplesmente não estão conscientes de si mesmas”.

Meme finalmente “se cansou de viver em uma sociedade patriarcal onde mulheres são vítimas de perseguições e violências domésticas e gravidez indesejada por homens que não querem cooperar com contraceptivos”.

“Não foi somente sobre questões LGBT”, diz Meme. “Eu estava basicamente interessade em questões relacionadas com gênero ou, sobre tudo da vida que estivesse relacionado com gênero”.

Meme percebe que as pessoas estão hoje falando sobre as suas sexualidades para terminar a discriminação contra a comunidade LGBT.

Apesar disso, Meme prefere se manter no anonimato, especialmente por causa do ambiente rural de Meme e sua vida trabalhando para uma empresa comum.

Diferente de Shinjuku Ni-chome em Tóquio, existem poucos lugares para minorias sexuais se encontrarem em Sendai e falarem livremente sobre essas questões.

Meme começou a criar seções que ofereciam oportunidades para mulheres encontrarem outras mulheres, um movimento que, eventualmente, levou a colaborações com outros ativistas.

“Se alguém sai do armário ou não, nunca é uma questão de preto ou branco – existem diversos tons de cinza”, diz Meme, ligando com a situação depois do desastre de março de 2011 quando vítimas foram forçadas a falar sobre as suas experiências. “Existem coisas que você não quer discutir ou não pode falar. Trazer tudo para tona não é a única solução”.

“Florescimento tardio”

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“Eu não vejo porque eu deveria dizer para a minha companhia sobre a minha própria identidade de gênero”, disse JM. “Se pessoas heterossexuais não falam sobre as suas vidas privadas, porque eu deveria?” (Foto: Satoko Kawasaki)

JM sentou em um pequeno bar de Shinjuku Ni-Chome uma noite depois do trabalho. Bebendo lentamente uma taça de vinho, ele começa a conversar sobre a sua relativamente nova vida como homem gay.

Hoje, em seus 30 anos, JM diz que ele tinha 26 anos quando ele se relacionou com um homem gay em uma noite de Tóquio.

Olhando para trás, ele sentiu que a transição foi bem suave.

“Eu acho que você pode me chamar de um florescimento tardio”, JM disse. “Eu nunca tive essa auto-conscientização e, para ser honesto, eu ainda não entendo a minha identidade de gênero”.

Até  o momento, JM não contou para ninguém fora da comunidade gay sobre a sua sexualidade. Apesar de dizer que não tem medo de receber nenhuma reação negativa de amigos e familiares.

 “Eu nunca estive em uma situação onde eu senti a necessidade de me assumir”, disse JM. “Pode parecer um pouco estranho, mas porque contar para os meus pais que eu gosto de algo que é um pouco diferente de outras pessoas?”.

JM trabalha para uma corporação financeira com políticas progressivas de inclusão e diversidade.

Porém, todos na companhia acreditam que ele é hétero, incluindo os seus colegas abertamente gays.

“Eu acredito que é essencial um bom sistema para aqueles que precisam mas, da minha perspectiva, eu digo, ‘fique a vontade'”, disse JM. “Eu não vejo porque eu deveria contar para a minha companhia algo específica da minha sexualidade ou identidade de gênero. Se pessoas hétero não se abrem sobre as suas vidas privadas, então porque eu deveria?”.

Ao contrário da imagem pública da empresa, JM percebe que a companhia não é tão progressiva quanto ela diz que é. Na realidade, ele já viu colegas gays serem assediados sexualmente por chefes mulheres, e ainda mais comum, ouvir comentários discriminatórios de outros colegas de trabalho.

“Algumas pessoas que gritam sobre serem compreensíveis para questões LGBT são aquelas mais envolvidas em ações questionáveis”, diz JM. “Se assumir nessas circunstâncias somente coloca um alvo gay na sua testa e nada mais”.

Para o momento, JM disse que ele não tinha intenções de namorar com um homem ou se casar com uma mulher – ele está feliz vivendo a sua própria vida.

“Eu acho que eu tive sorte até agora, porque eu ainda não encontrei nenhum problema” ele conta.

Compartilhando o peso

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“Eu acho que deve ter existido uma maneira para que todos nós vivêssemos felizes sem ter que nos assumir”, disse DK. “Uma vez que você conta isso, o fardo de manter esse segredo – a mentira de que você teve que passar por todos esses anos – cai pesadamente no ombro deles”. (Foto: Yoshiaki Miura)

DK frequentou uma escola só para meninas e não era incomum que estudantes fossem próximos.

DK se lembra de como o seu coração acelerava quando compartilhava segredos com estudantes mais velhas, oferecia chocolates caseiros para outras estudantes no dia de São Valentim e andava de mãos dadas com outras meninas. Ela recebeu 13 chocolates no dia de São Valentim no seu último ano.

Foi só quando DK começou a estudar na faculdade que ela percebeu que ela não era como as suas amigas, que começaram a namorar homens. Ela estava atraída por mulheres.

“Era tudo muito normal na escola só para meninas”, disse DK. “Porém, eu percebi que aquelas que foram para a faculdade, se apaixonar por mulheres não era a norma”.

DK, de 41 anos, disse que ela sofreu para se descrever como lésbica por vários anos, associando a palavra com algum tipo de pornografia.

“A palavra lésbica tinha uma imagem muito ruim e não havia uma maneira de eu admitir que eu era uma ou que eu tinha alguma associação com ela”, disse DK. “Eu estava horrorizada de baixar a minha auto-estima por causa da palavra”.

DK manteve a sua orientação sexual para si mesma até os seus 30 anos. DK sempre se apaixonou por mulheres heterossexuais, então a última coisa que ela queria era passar vergonha. Porém, foi muito difícil para ela porque ela não tinha ninguém para conversar sobre a sua vida amorosa.

“A dor de não conseguir falar a verdade é mais dolorosa do que a dor de ser rejeitada”, disse DK. “Olhando para trás, eu percebi que era um peso enorme no meu coração não poder falar sobre os mmeus relacionamentos com ninguém”.

Até hoje, DK não contou para ninguém do seu trabalho sobre a sua orientação sexual. Ela se assumiu, porém, para muitos amigos e também contou para os seus pais que era lésbica quando tinha cerca de 30 anos.

Assim como outros amigos gays, DK conta que ela contou para a sua mãe da pior maneira possível – gritando em um momento de raiva depois de anos ouvindo questionamentos de quando ela iria casar e ter filhos.

A resposta da sua mãe foi tão emocional como.

“É um absurdo que você tenha um útero e não irá usá-lo”, disse a mãe dela.

“Levaram anos para eu aceitar quem eu era, então eu deveria saber que minha mãe também levaria anos para entender”, disse DK. “Eu finjo não ouvir ela mas eu estou mentalmente exausta”.

Até hoje, DK questiona se ter contado para os seus pais foi uma decisão correta.

“Eu acho que deve ter existido uma maneira para que todos nós vivêssemos felizes sem ter que nos assumir”, disse DK. “Uma vez que você conta isso, o fardo de manter esse segredo – a mentira de que você teve que passar por todos esses anos – cai pesadamente no ombro deles”.

横断幕を掲げる参加者
Se posicionando: Centenas de pessoas marcharam na Parada de Shibuya em Tóquio para levantar uma conscientização sobre questões LGBT. Apesar do avanço, muitos da comunidade LGBT ainda enfrentam dificuldades.

Conectando famílias

Os pais normalmente encontram dificuldades em aceitar o fato de que seus filhos são LGBT. Eles normalmente se culpam pela orientação sexual ou identidade de gênero deles.

Ryoko Kobayashi sabe muito bem disso. Kobayashi é um membro de uma organização LGBT sem fins lucrativos chamada LGBT no Kazoku to Yujin o Tsunagu Kai (Grupo de conexão LGBT com famílias e amigos) por mais de uma década, oferecendo apoio para pessoas LGBT e familiares.

Na maioria dos casos, ela diz que pais estão desamparados: Mães normalmente se culpam e pais não tem a capacidade de aceitar essa revelação.

“Ao culpar os pais, todos estão satisfeitos”, disse Kobayashi. “É assim que todos aceitam a situação e o problema de alguma forma é resolvido. É um absurdo mas a verdade é que muitos pais reagem dessa maneira”.

A organização foi fundada em Kobe em 2006 pela mãe da legisladora Kanako Otsuji, que se assumiu como lésbica.

Com escritórios em Kobe, Tóquio, Fukuoka e Nagoya, o grupo periodicamente realiza reuniões abertas onde eles discutem questões relacionadas sobre orientação sexual e identidade de gênero com o objetivo de promover a compreensão dessas questões entre familiares e amigos.

“Os pais normalmente caem na armadilha de tentar viver a vida de seus filhos”, disse Kobayashi. “No final, nós queremos ajudar os pais a perceberem que a vida deles e de seus filhos são independentes… você não decide se o seu filho é feliz ou não, cabe a eles decidirem isso”.

O filho de Kobayashi se assumiu como homem trans repentinamente quando ele completou 22 anos.

“Ele me contou que queria deixar de ser mulher”, disse Kobayashi.

Kobayashi imediatamente compreendeu que a identidade de gênero do seu filho não tinha nenhuma relação com como ela criou ele.

“Eu sabia que não era minha culpa”, ela contou. “Eu não sei se posso falar confiantemente que eu segui todas as chamadas regras de como criar os seus filhos mas eu sei de uma coisa – eu dei ao meu filho muito amor e afeto”.

Para o seu filho realizar a transição de acordo com a lei de 2003, ele se submeteu a cirurgia de remoção dos seios e órgãos reprodutores.

O filho de Kobayashi teve duas cirurgias quando ele tinha 28 anos. Alguns meses depois, ele foi oficialmente reconhecido como homem. No mesmo dia, o seu filho e sua parceira entraram com o pedido de casamento nos escritórios da prefeitura local.

O filho de Kobayashi hoje tem 37 anos e está feliz, casado com sua esposa.

“Eu estou grato que o meu filho me ensinou sobre um mundo que eu não conhecia”, disse Kobayashi. “Minha vida é cheia de alegria hoje”.

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Matéria original (Em inglês): LGBTQ voices: Dealing with reality

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